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Bem me quer

Bem me quer

Sab | 29.12.18

O Pai Natal voltou

O Natal tem a sua mágica quando somos crianças. Tem o Pai Natal que vem do Polo Norte, no seu trenó com as suas renas e o Rodolfo, a sua rena companheira de nariz vermelho. Percorre o mundo para dar sorrisos às crianças. Mais tarde o Pai Natal deixa de existir, sabemos que as prendas são oferecidas por quem nos ama.
A carta ao Pai Natal deixa de ser escrita e parte da magia é perdida com o percurso do tempo. A tradição passa a ser contar aos  primos o que vão receber e eles a mim, assim aguentamos melhor até à meia noite.

O tempo continua a contar, e a magia vai se perdendo e alguns lugares na mesa deixam de ser contados. Até que os lugares vazios passam a ser ocupados por membros novos, as gargalhadas de criança voltam a invadir o espaço e a magia do Pai Natal volta.

Este ano fomos nós, os que não são pais ainda, os primos mais novos que tratámos de tudo. Contámos a história do pai natal, dissemos que o Pai Natal tinha que comer duas bolachas para o caminho. Dissemos que o Pai Natal não iria descer da chaminé, mas sim, iria entrar pela janela.
Eles tiveram o seu Pai Natal, gordo e barbudo. O Pai Natal recebeu as bolachas e só comeu metade de uma. Coisa que fez confusão ao Diniz, porque deveria ter comido as duas, mas era “gordo”.
Viram as suas prendas a sair do grande saco vermelho depois da pergunta “este ano foste um bom menino?”.  
A alegria deles não tem preço, a magia que que pairou no ar foi imensa e notória por todos.
Agora têm eles, o Natal com o Pai Natal, com a magia que é devida. Tal como nós tivemos quando tínhamos a idade deles.

Foi um Natal com magia. Tão bom ✨